Deus
ressuscita jovem depois de aberto no IML
O
testemunho do presbítero Éliton Leite de Medeiros,
da Assembléia de Deus em Mairiporã (SP), pertencente
ao Ministério da Assembléia de Deus no Belenzinho,
está ganhando repercussão nacional. Éliton
foi ressuscitado depois de atestada sua morte e de ter sido aberto
pelos médicos legistas de São Paulo. O milagre foi
descoberto recentemente pela Rede Globo de Televisão,
que foi a Assembléia de Deus no Belenzinho ouvir o testemunho
e gravar entrevista com ele para o programa televisivo Fantástico.
O
mesmo Jesus que ressuscitou a Lázaro continua a operar
milagres em nossos dias. Uma prova disso é a vida do presbítero
Éliton Leite de Medeiros, da Assembléia de Deus
em Mairiporã, São Paulo. Há oito anos, quando
estava afastado do Evangelho, ele sofreu um assalto, sendo gravemente
baleado. Antes de morrer, orou a Deus, que ouviu sua oração.
Quando já estava no Instituto Médico Legal, passando
pela necropsia, para espanto de todos e glorificação
do nome do Senhor, Deus o trouxe à vida. Mês passado,
após descobrirem a história e constatarem a veracidade
dos fatos, a produção do programa Fantástico,
da Rede Globo de Televisão, enviou o repórter
Marcelo Kubrusli para o templo-central da Assembléia de
Deus no Belenzinho (SP), liderada pelo pastor José Wellington,
onde Éliton contou seu testemunho no dia 5 de abril diante
das câmeras da Globo e de toda a igreja presente.
A matéria está prevista para sair ao ar no início
de maio de 2004.
Sobre
sua situação na época, Éliton conta:
"Estava afastado dos caminhos do Senhor, mas minha mãe
e a igreja continuavam orando por mim. Entre 1995 e 1996, a igreja
levantou um clamor pela minha vida. Foi quando Deus usou uma irmã
em profecia para minha mãe dizendo que eu passaria por
um período de grande tribulação".
No
dia 12 de fevereiro de 1996, a tribulação anunciada
teve início. "Trabalhava em uma empresa multinacional,
no centro de São Paulo. Fui designado para ir a uma agência
bancária no bairro de Santa Cecília. Sai do banco
com uma maleta contendo dinheiro de documentos importantes, e
fazendo meus planos para o amanhã, quando ouvi uma voz
maligna dizendo: 'Para que é um assalto!' Virei e estava
diante de três homens armados. Entreguei a maleta, mas a
alça arrebentou abrindo-a. Nesse momento, um deles colocou
a arma na altura do meu peito. Ouvi o disparo e senti o impacto
de uma explosão jogando-me para trás. Cai em cima
de um automóvel", conta Éliton.
O
primeiro tiro atravessou a caixa torácica de Éliton,
afetou o pericárdio do coração, explodiu
sua vesícula, atravessou a pleura do pulmão, acertou
seu fígado e saiu por baixo da costela, abrindo um grande
buraco. "Em seguida, recebi outro tiro, dessa vez em minha
perna esquerda, atingindo meu fêmur e dividindo-o em duas
partes. Tive uma fratura exposta devido a força que fiz
para arrastar-me. Cai e fiquei imobilizado com a boca no chão.
Na seqüência, ele deu o terceiro tiro, que entrou a
dois dedos da minha coluna vertebral, atingindo vários
órgãos".
Naquele
momento, no chão, instantes antes de morrer, Éliton
orou a Deus. "Pedi a Deus que tivesse misericórdia
de mim. Disse em meu coração: 'Sou filho pródigo,
Senhor, mas não me deixe morrer sem salvação'.
O resgate não tinha chegado ainda e comecei a desfalecer.
Aí, algo sobrenatural aconteceu: olhei e vi-me fora do
meu corpo. Vi meu corpo estirado no chão e as pessoas em
volta observando. De repente, entrei em uma região escura.
Não sabia o que era. Perdi totalmente a noção
de hora e espaço. Não via nada, apenas tinha consciência
de mim e ouvia a minha voz. Comecei a clamar a misericórdia
de Deus".
Enquanto
isso, o corpo de Éliton foi levado para o Hospital Santa
Casa de Misericórdia de São Paulo. Lá, tentaram
reanimá-lo, mas não foi possível. Em pouco
tempo, declararam o óbito. Seu corpo foi encaminhado para
o Instituto Médico Legal (IML). Na madrugada do dia 13
de fevereiro de 1996, os médicos abriram-no de cima abaixo,
a partir da altura da garganta serrando a caixa torácica
e cruzando abdome e umbigo. Quando o médico extraía
um projétil, percebeu que o coração da vítima
estava ferido. Ao tocá-lo, se assustou com o que sentiu:
o coração de Éliton estava batendo!
Assustado,
o médico legista chamou seus companheiros para discutir
a situação. Todos ficaram assustados, já
que, além de ter sido anteriormente constatada a morte
de Éliton, seu corpo havia sido aberto sem anestesia e
com instrumentos não esterilizados, mas mesmo assim dava
sinais de vida. Depois de alguma discussão, resolveram
fechá-lo às pressas e levá-lo a um centro
cirúrgico.
Os
médicos do hospital trabalharam 20 horas em Éliton.
removeram vestígios dos projéteis, retiraram os
órgãos atingidos e seguraram seu fêmur parafusando-o.
Enquanto isso ocorria, "lembro-me que estava naquela escuridão
quando clamei pelo sangue de Jesus. De repente, uma luz transformou
o ambiente. Um ser enviado de Deus apareceu na minha frente com
a vestimenta alva e resplandecente e tocou no meu peito. A partir
daí, percebi que Deus havia me dado mais uma chance para
que viesse a pregar o Evangelho. Depois, voltei a mim já
no meu corpo. Estava na Unidade de Tratamento Semi-intensivo.
Contei aos médicos minha experiência e todos diziam
que era um milagre. Alguns choravam".
Ao
receber alta, Éliton foi avisado que sua perna esquerda
perdera a coordenação motora e ficaria para o resto
da vida usando cadeira de rodas. "Na quarta-feira a noite,
fui para a igreja confessar publicamente minha volta para Jesus.
Fui apresentado sobre uma cama, colocada ao lado do púlpito.
No momento em que o pastor pregava, pedi que orasse por mim. Na
oração, Deus usou em profecia uma irmã, dizendo:
'Homem, faço eu do jeito que quero. Eu firo e Eu saro.
Dou a vida e dou a morte. Faço descer à sepultura
e faço subir à sepultura, pois eu sou Deus. Farei
com que sua saúde seja melhor do que antes'. Depois do
culto, fui para casa nos braços de alguns obreiros. Quatro
meses depois dessa profecia, num domingo, enquanto aguardava os
irmãos chegarem para levar-me à igreja, eu orava
a Deus quando ouvi alguém falar: 'Levanta e anda!' Pensei
que fossem os irmãos que haviam chegado, mas não
eram. Então, fechei meus olhos e falei: 'Deus, sei que
o Senhor fala comigo, mas não posso levantar-me'. Ouvi
novamente a voz: 'Levanta e anda!' Foi quando dei um grito, dizendo:
'Jesus, olha para mim agora'. Com minhas mãos, comecei
a empurrar as minhas pernas para fora da cama. Quando meus pés
tocaram o chão, disse: 'Deus, é pela tua palavra
que irei levantar'. Foi quando senti fortemente a presença
do Espírito Santo. Fiquei de pé, comecei a andar
e a falar em línguas. Até hoje ando, para glória
de Deus", testemunha Éliton.
Quem
quiser entrar em contato com o irmão Éliton Leite
de Medeiros, deve ligar para a Assembléia de Deus no Belenzinho
(SP). O telefone é (11) 6096-9122
Por,
Éliton Leite de Medeiros
CPAD
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