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CRIAÇÃO
E EVOLUÇÃO
Dois
pontos de fé: um em Deus e outro no acaso
Discorrendo sobre uma disciplina que lhe é
familiar - a bioquímica -o professor
Michael
Behe, da Universidade
Lehigh, Pensilvânia, EUA, demonstra em suas pesquisas que a teoria
da evolução (que se propôs, no século XIX, a explicar a origem da
vida por meio da seleção natural) não pôde resistir aos avanços
científicos que desvendaram a complexidade do mundo celular.
Na obra "A caixa-preta de Darwin: o desafio da bioquímica à
teoria da evolução", o autor afirma que o desenvolvimento do
microscópio eletrônico, da cristalografia de raios x e da ressonância
magnética nuclear revelaram os segredos da complexa estrutura molecular
da vida que, na época de Darwin, não era ainda conhecida. Nas palavras
de Behe: "talvez tenhamos de pagar um preço por este conhecimento.
Quando escavamos alicerces, as estruturas que neles repousam são
abaladas e, às vezes, desmoronam".'
A partir de sistemas orgânicos irredutivelmente complexos - como
o olho humano, a coagulação do sangue, o transporte celular - o
autor revela que tais sistemas, descritos detalhadamente no livro,
não podem ser produtos do acaso ou de mutações aleatórias, pois,
se qualquer um dos seus componentes não existir, a função do sistema
não seria alcançada, favorecendo sua extinção, e não uma suposta
evolução, conforme os pressupostos evolucionistas.
De fato, existem inúmeros trabalhos científicos ressaltando o silêncio
constrangedor da literatura científica sobre a origem dos mecanismos
celulares e a inconsistência das tentativas de explicá-las. Indagamos:
"Porque, então, a teoria da evolução ainda é a mais aceita
e ensinada no meio acadêmico?". As palavras do bioquímico podem
nos nortear em busca desta resposta: "O dilema é que, enquanto
um lado do elefante é etiquetado como planejamento inteligente,
o outro poderia ser rotulado como Deus".2
Na realidade, qualquer evolucionista que aceitar o planejamento
da criação por um ser superior poderá sentir-se frustrado, pois
os mecanismos usados na produção da vida estarão para sempre fora
do seu alcance. Desde a publicação de "A origem das espécies"
houve choque entre cientistas e teólogos, o que gerou uma lealdade
à disciplina científica que a coloca acima do objetivo a que deveria
servir. E corrobora para isso o fato de que muitos cientistas não
querem que seus conhecimentos, fruto de anos de dedicação, sejam
confrontados com um conhecimento além da natureza, isto é, não desejam
que um ser sobrenatural afete a natureza.
Numa
época em que as publicações científicas procuram cada vez mais desacreditar
as Escrituras Sagradas, vemos, com satisfação, que o conhecimento
científico chegou a um impasse sobre a origem da vida e que algumas
pessoas começam a reconhecer que as respostas podem estar no âmbito
da teologia.
Nesta matéria, analisaremos, com franqueza, os fundamentos históricos
e científicos da chamada "teoria da evolução". Será que
resistem?
A TEORIA DA EVOLUÇAO
Em 1859, Charles Darwin publicou sua obra intitulada Sobre a origem
das espécies. Em 1872, já na sexta edição, a título foi mudado para
"A origem das espécies". Com esta obra, a teoria da evolução
saiu do anonimato e entrou no cenário das idéias brilhantes. Darwin
defendia que as modificações adaptativas das espécies eram provenientes
de um mecanismo de seleção natural, e que essa seleção natural,
ocorrendo por muitas vezes, era capaz de gerar novas espécies e
de extinguir outras.
Para os humanistas e naturalistas da época, este raciocínio permitia
explicar a origem da imensa quantidade de espécies de organismos
vivos observados em toda a terra. Assim, em apenas trinta anos,
as idéias de Darwin foram aceitas e difundidas, mesmo sem haver
provas científicas adequadas que as comprovassem. A "antiga
serpente" está sempre seduzindo a mente humana, oferecendo-lhe
"conhecimento" enganoso. As artimanhas para infiltrar
na humanidade os conceitos evolutivos vêm desde a antiga Babilônia,
Egito e Grécia. No tempo de Darwin, o palco estava montado. Os pensadores
queriam mais do que nunca uma explicação, em termos naturais, para
a origem da vida e sua variedade.
Darwin formou-se em teologia, mas seu avô, Erasmo Darwin, era um
evolucionista famoso, o que certamente contribuiu para que ele rumasse
para o naturalismo. Também em 1809, um pouco antes das idéias de
Darwin se tornarem conhecidas, Jean Baptiste Lamark tinha proposto
que mudanças no meio ambiente eram capazes de modificar os organismos
para que se adaptassem às novas condições, e que essas mudanças
poderiam ser transmitidas às futuras gerações. Todavia, as idéias
de Lamark não resistiram ao método científico e foram abandonadas.
(ver infográfico sobre as girafas:)
LAMARCK
As girafas ancestrais provavelmente tinham pescoços curtos. Para
alcançar a folhagem das árvores, de que se alimentavam, tinham que
esticar o pescoço.
Pelo fato de esticarem sempre o pescoço para atingir a folhagem
das árvores, o pescoço alongou-se. Essa característica adquirida
era transmitida aos seus descendentes,
Finalmente, o contínuo esticamento do pescoço deu origem às girafas
atuais. Portanto, pelo uso ou desuso e pela transmissão das características
adquiridas houve a evolução.
DARWIN
As girafas ancestrais provavelmente apresentavam pescoços de comprimentos
variáveis. As variações eram hereditárias.
A competição e a seleção natural levaram à
sobrevivência dos descendentes de pescoços longos, uma vez que estes
conseguiam alimentar-se melhor do que as girafas de pescoços curtos.
Finalmente, apenas as girafas de pescoços longos sobreviveram à
competição. Portanto, pela seleção natural ocorreu a evolução.
A diferença entre Darwin e seus antecessores é que ele argumentava
em cima da chamada seleção natural, a qual somente os mais aptos
sobrevivem. A partir de 1930, conhecimentos acumulados sobre mutações
reforçaram as idéias de Darwin e assim surgiu a Teoria Sintética
da Evolução (neodarwinismo), que afirma que o processo evolutivo
é regido, principalmente, por mutações e seleção natural.
Em 1936, o russo A.I. Opárin publicou o livro "A origem da
vida", que foi aceito pela comunidade científica por julgarem
que nele havia pensamento claro e defensável sobre como se originou
a vida na terra. Opárin sugeriu que a seleção natural, proposta
por Darwin para explicar a evolução orgânica das espécies, começou
atuar já no plano molecular no chamado caldo primordial de onde,
supostamente, teria surgido a primeira vida. Os agregados coloidais,
formados por aglomeração de moléculas do caldo, competiam entre
si pelas moléculas livres do meio e os agregados mais aptos, em
termos de arranjo interno e composição química, prevaleciam sobre
os demais. Eis aí as bases da chamada evolução química.
Os pensamentos de Darwin e Opárin colocaram um ponto final no desconforto
da comunidade científica por não ter uma resposta racional sobre
a origem da vida e sua imensa variedade. A resposta dos mestres
da ciência tem como base a obra do acaso. A criação sobrenatural
passa a ser de domínio dos ignorantes do povo, dos sem imaginação,
dos fracos e dos religiosos.
EXISTEM PROVAS CONFIÁVEIS DO PROCESSO EVOLUTIVO?
As provas de que dispõem os evolucionistas são baseadas em análises
de fósseis e em estudos filogenéticos relacionados à anatomia e
fatores bioquímicos das espécies. As provas, se é que podemos trata-las
assim, são frágeis e envoltas em contradições, equívocos e até fraudes.
As provas bem intencionadas usadas para demonstrar que a evolução
das espécies é verdadeira também são questionáveis em relação à
sua validade.
O documentário fóssil comprova que no passado houve formas de vida
bem diferentes dessas que são observadas no presente. Por conta
deste fato, os evolucionistas buscam nos fósseis a descoberta de
formas de vida que apresentem características transitórias entre
uma espécie ancestral e outra que possa estar um passo evolutivo
adiante. Mesmo com tantos esforços para comprovar a evolução das
espécies com um achado fóssil de peso, até agora nada se tem que
possa ser considerado "prova incontestável". Como certa
vez declarou G.K. Chesterton, "os evolucionistas parecem saber
tudo acerca do elo perdido, a não ser o fato de que ele está perdido".
De fato, os elos perdidos, fósseis de criaturas apresentando características
do ancestral e da forma evoluída, continuam perdidos. Aliás, se
esses animais transitórios tivessem existido realmente, seriam verdadeiras
fábulas vivas. É preciso muita fé para acreditar neles, uma vez
que não se tem nenhum vestígio confiável desse tipo de vida.
Nos estudos de semelhanças anatômicas entre as diferentes espécies
nada pode ser considerado conclusivo. Uma vez que para usar esses
argumentos como evidências da evolução seria necessário que a própria
evolução fosse comprovada ou, do contrário, é o mesmo que andarem
círculos. A semelhança entre um homem e uma criança não serve como
prova de paternidade, o que pode ocorrer, mediante tal observação
e o depoimento da mãe, é que surja uma suspeita de paternidade.
Essa suspeita tem de ser provada por meio de exame apropriado ou,
do contrário, a semelhança não passa de semelhança.
Ainda dentro do conjunto de provas relacionadas
à anatomia, os evolucionistas citam os chamados órgãos vestigiais
que, para eles, são heranças de antepassados evolutivos.
Classificam como vestigial os órgãos que aparentemente não possuem
nenhuma função no organismo. O apêndice e o cóccix humano são considerados
vestigiais pelos evolucionistas.
O primeiro porque deixou de ser usado por não se comer mais carne
crua e alimentos mais duros e o segundo, alegam, que é vestígio
da cauda de antepassados que a possuíam.
Entretanto, atualmente são atribuídas funções para esses dois órgãos,
mas pouco se fala a esse respeito. O fato de não se entender muito
bem o papel de um órgão não faz dele um órgão vestigial. Esse tipo
de erro já foi observado antes na história a ciência. Quando todos
os órgãos endócrinos e linfáticos foram considerados vestigiais.
As provas bioquímicas estão relacionadas à
análise das proteínas presentes nos mais variados organismos. Duas
espécies são consideradas parentes próximos quanto maior for a semelhança
entre suas proteínas, isso porque uma proteína é um polímero de
aminoácidos e a seqüência desses aminoácidos é determinada pela
leitura do gene que a codifica. Um gene é um pedaço do DNA que possui
a receita para que uma proteína seja feita ou expressa. No DNA de
uma espécie existem muitos genes. Dizer que o conjunto de proteínas
de dois organismos são semelhantes é o mesmo que dizer que seus
DNA são semelhantes e, na visão evolucionista, isso é sinal de que
houve um ancestral comum. O problema dessa classe de argumentos
está no fato de que espécies que não deveriam mais apresentar semelhança
protéica, devido à suposta distância evolutiva, as apresentam. Por
exemplo, a hemoglobina da lampreia, que é um peixe, é muito parecida
com a humana. O mesmo se observa em relação à clorofila de plantas
e à nossa hemoglobina.
Como se vê, não há provas capazes de proteger a teoria da evolução
de perguntas embaraçosas e críticas plausíveis por parte de opositores.
Muitas vezes, os ataques e as críticas vêm do próprio meio evolucionista
que não consegue concatenar a teoria com provas empíricas. Um exemplo
relevante foi o que ocorreu no dia 5 de novembro de 1981 envolvendo
o respeitado paleontólogo e evolucionista Collin Patterson, do Museu
de História Natural de Londres. Patterson chocou os cientistas americanos
reunidos no Museu Americano de História Natural ao perguntar para
sua platéia: "Vocês podem me dizer alguma coisa sobre a evolução,
qualquer coisa que seja verdade?". Dizem que a platéia ficou
muda, mas não ficou parada porque Patterson moderou seu discurso
em relação à teoria da evolução. Para manter essa teoria viva, os
evolucionistas precisam fazer vistas grossas para os próprios erros
e reprimir opiniões divergentes até que se encontre "a prova".
O problema é que esta busca pode durar para
sempre.
A HISTÓRIA DO HOMEM E DO MACACO
Era uma vez um macaco muito sabido que de tão sabido virou "gente",
mudou sua aparência, seu modo de agir e esqueceu de seus antigos
parentes macacos. Construiu uma família que se tornou numerosa e
dominou toda a terra. Após ter passado muito tempo, os descendentes
desse "macaco" querem saber como ele era, mas a tarefa
tem sido árdua, pois tudo o que sabem dele é que era meio macaco
meio homem. A partir daí, o que vale é a imaginação dos descendentes
do "macaco". Vejamos as mais famosas:
1. O Homem de Nebraska: teve sua imagem reconstituída a partir de
um dente com idade estimada de um milhão de anos. Após quatro anos
e meio, descobriu-se que aquele dente na verdade pertencia a uma
espécie de porco já extinta.
2. O Homem de Java: foi imaginado a partir de um fêmur, uma caixa
craniana e três dentre molares. O mais interessante é que esses
itens não foram encontrados no mesmo local e ao mesmo tempo. O fêmur
foi encontrado a quinze metros da caixa craniana. Um dos dentes
foi encontrado a três quilômetros do fêmur e do crânio. E, para
completar o quadro, o dr. Dubois, que descobriu o material, esqueceu
de mencionar em seu relatório que também encontrou restos mortais
humanos na mesma camada de escavação. Ele se lembrou deste fato
após ter passado trinta anos.
3. O Homem de Neanderthal: foi reconstituído
a partir de um crânio quase completo descoberto em 1848 e um esqueleto
parcial em 1856. Muitos estudiosos dizem que o Neanderthal era tão
humano quanto qualquer um de nós. As diferenças do esqueleto são
atribuídas ao fato de pertencer a um homem velho que sofria de raquitismo.
Esse detalhe foi comprovado com novos achados fósseis, pois os Neanderthais
sepultavam seus mortos.
4. O Homem de Cro-Magnon: segundo o dr. Duane T. Gish, professor
de ciências naturais e apologética, o chamado Homem de Cro-Magnon
passaria despercebido por nossas ruas se usasse a moda corrente,
ou seja, nele não há nada de símil.
5. O Homem de Piltdown: foi uma fraude forjada por Charles Dawson
a partir de um fragmento de maxilar, dois dentes e um fragmento
de crânio. A fraude foi descoberta quarenta anos mais tarde.
TREZE PERGUNTAS PARA OS EVOLUCIONISTAS RESPONDEREM
Adaptado do site www.creationscíence.com
Tradução de Stephen Adams
Algumas pessoas sinceras, mas mal encaminhadas, pensam que a evolução
é uma teoria razoável para explicar as questões do homem e do Universo.
A evolução não é uma teoria, é um tipo de religião pagã disfarçada
de ciência.
1. De onde veio o espaço para o Universo e a matéria?
2. De onde vieram as leis do Universo - lei da gravidade, inércia
etc.?
3. Como pode a matéria estar tão perfeitamente organizada? De onde
veio a energia para organizar tudo?
4. Quando, onde, por que e como a vida se originou de matéria morta?
5. Quando, onde, por que e como a vida aprendeu a reproduzir-se?
6. O que fez a primeira célula capaz de reprodução sexual reproduzir-se?
7. Como podem as mutações (recombinando o código genético) criar
uma nova e melhorada variedade? (Recombinar letras inglesas nunca
iria produzir um livro chinês).
8. Quando, onde, por que e como:
a. Anfíbios se transformaram em répteis?
b. Os répteis se transformaram em pássaros? (os pulmões, ossos,
olhos, órgãos reprodutores, coração, método de locomoção e pele
são todos diferentes!) Como viviam as formas intermediárias?
9. Quando, onde, por que e como:
a. Evoluíram as baleias, os cavalos-marinhos e os morcegos?
b. Evoluíram os olhos e os ouvidos?
c. Evoluíram os cabelos, pele, penas, escamas, unhas, garras etc?
10. O que evoluiu primeiro? Como e em quanto tempo funcionou sem
os outros?
a. O impulso para reproduzir ou a habilidade para reprodução?
b. Os pulmões, a mucosidade que os protege, a garganta ou a perfeita
mistura de gases respirada pelos pulmões?
c. As plantas ou os insetos que se mantiveram vivos e polinizaram
as plantas?
d. Os ossos, ligaduras, tendões, circulação ou músculos para mover
os ossos?
e. O sistema imunológico ou a necessidade dele?
11. Quando, onde, por que e como o homem desenvolveu sentimentos
e pensamentos - amor, piedade, culpa etc? (estas capacidades jamais
evoluiriam conforme a "teoria da evolução").
12. Considerando que existem mais de uma dezena de correntes evolucionistas,
a qual delas você pertence?
13. Você acredita honestamente que tudo veio do nada?
Após responder a estas treze perguntas, considere cuidadosamente
as perguntas seguintes:
1. Você está seguro de que suas respostas são racionais, corretas
e cientificamente comprováveis? Ou crê que simplesmente as coisas
aconteceram como você acabou de responder? Estas respostas refletem
sua religião ou a ciência?
2. Suas respostas dependem de uma fé semelhante à de uma pessoa
que diz "Deus deve ter projetado isto"?
3. É possível que um Criador inadvertido desenhou este Universo?
Se Deus é excluído do princípio da discussão por sua definição de
ciência, como poderia ser mostrado que Ele criou o Universo, considerando
a suposta verdade cristã de que Ele realmente o criou?
4. É sábio e justo apresentar a evolução aos estudantes como fato?
5. As pessoas aceitam a evolução devido a quais destes fatores:
a. Foi o que elas aprenderam sem questionar durante toda a vida.
b. Elas gostam da liberdade de Deus, sem compromisso com qualquer
espécie de moral absoluta.
c. Elas se unem para apoiar a teoria com medo de perder o seu trabalho
ou status.
d. Elas nutrem um orgulho intelectual que as impedem de admitir
que estão equivocadas.
6. Devemos continuar usando evidências antigas, desaprovadas, inconclusivas
e incorretas para apoiar a teoria da evolução porque não temos um
substituto convincente? (Homem de Piltdown, Homem de Java, Homem
de Neanderthal etc).
7. Deve-se permitir aos pais exigir que a evolução não seja ensinada
como fato no sistema escolar, a menos que se ensine ao lado de outras
teorias de origens (como a criação divina)?
8. Você não se cansa de ter fé num sistema que não é verdadeiro?
Não seria melhor conhecer a Deus que o fez e aceitar seu amor e
perdão?
9. O que você está arriscando se você estiver errado? (um renomado
opositor do criacionismo considerou: "Existe um Deus ou não?
Ambas as possibilidades são assustadoras!' )
DIFICULDADES QUE CERCAM A ORIGEM DA VIDA NA VERSÃO EVOLUCIONISTA
Stanley Miller ficou famoso ao publicar, em 1953, os resultados
de sua experiência, realizada sob as condições da suposta atmosfera
primitiva. A atmosfera primitiva, proposta no experimento de Miller,
era composta por vapor d'água, metano, amônia e hidrogênio, na total
ausência de oxigênio livre, pois ele sabia que o oxigênio impediria
a formação das grandes moléculas orgânicas. Sob estas condições,
Miller relatou que obteve formação de alguns aminoácidos. Entretanto,
não existem provas de que a atmosfera primitiva fosse isenta de
oxigênio livre.
Outra dificuldade para a formação da vida ao acaso está na matemática.
A probabilidade estatística não é favorável à teoria da evolução.
Segundo a Lei de Borel, um evento que tenha 1 chance entre mais
que 1050 chances simplesmente não ocorre. Por exemplo, a probabilidade
de que uma proteína de cinqüenta aminoácidos seja formada casualmente
é de 1 chance entre lO65 chances, o que não é viável matematicamente.
O que dizer então do complexo código genético que possui a probabilidade
de ter sido formado ao acaso de uma chance em 101505 chances (o
número 1 seguido de 1505 zeros)?
A Segunda Lei da Termodinâmica diz que tudo tende ao caos, à desordem
e à deterioração.
A teoria da evolução afirma justamente o contrário, ou seja, que
moléculas simples foram gradativamente tornando-se estruturas cada
vez mais complexas e ordenadas. O problema da tendência à desordem
pode ser contornado se houver fornecimento de energia externa ao
sistema. Em organismos vivos já estruturados, como os atuais, existem
mecanismos que compensam essa tendência à desordem transformando
a energia solar em energia química.
As plantas convertem a luz solar em energia química, os animais
comem as plantas e aproveitam sua energia armazenada. Esse ciclo
de dependência energética é chamado de cadeia alimentar. Seres tão
primitivos como a primeira vida não dispunham de mecanismo de captação
e conversão de energia solar. Para contornar essa dificuldade, os
evolucionistas apelam para o processo fermentativo, que é bem mais
simples do que a captação de energia externa, mas mesmo a fermentação
seria algo muito complexo para a primeira vida formada ao acaso.
UMA
TEORIA COM FORA DE LEI
Apesar de a teoria da evolução apresentar
tantas dificuldades e paradoxos, ela mantém o status de ser a teoria
oficialmente aceita pela comunidade científica para explicar a origem
da vida e sua diversidade. Todas as crianças, adolescentes e jovens
são doutrinados nas escolas com essa teoria. Suas supostas evidências
são ensinadas como se fossem provas estabelecidas e bem trabalhadas,
o que muitas vezes confunde a fé da juventude cristã no Deus Criador.
Diante disso, é importante ressaltar que, assim como o criacionismo,
o evolucionismo também baseia suas conjecturas na fé. Fé no acaso,
pois tudo o que defendem são suposições que, em circunstâncias primordiais
ou normais, jamais poderiam ocorrer.
Se é racional pensar que dos peixes surgiram os anfíbios, dos anfíbios
os répteis, dos répteis as aves e os mamíferos, por que não é racional
pensar que Deus criou o homem do pó da terra? No mundo físico, nenhuma
dessas posições pode ser provada, portanto, ambas são pontos de
fé. Entretanto, ridicularizam o criacionismo e geram um sentimento
de vergonha, principalmente nos estudantes cristãos, que passam
a rejeitar "Adão e Eva" e a aceitar a idéia do homem-macaco.
Não há nada de vergonhoso em acreditar no criacionismo, pelo contrário,
é motivo de grande alegria. O criacionismo escolhe acreditar que
Deus é o criador de todas as coisas, inclusive da vida. O evolucionismo
acredita na obra do acaso que vai transformando uma forma de vida
em outra, num processo cego e sem nenhum objetivo final. Ademais,
a evolução das espécies é somente uma teoria.
Uma teoria é um conjunto de idéias estruturadas que interpretam
fatos. Fatos são situações observadas em nosso mundo físico. Os
evolucionistas argumentam que o processo evolutivo é um fato e que
resta apenas estabelecer como se deu este fato. Mas a verdade é
que não possuem fatos em si, o que possuem são interpretações usadas
como fato. Para se afirmar algo usando a metodologia científica
é preciso primeiro observar e registrar os fatos. Depois é preciso
fazer uma generalização baseada nas observações.
Em seguida, formula-se uma hipótese para predizer os fatos do mundo
real. Após muitos experimentos, que confirmem os fatos preditos,
surge uma teoria. Se a teoria resistir ao tempo e a novos experimentos,
pode passar à lei científica. Entretanto, somente a evolução dentro
de uma mesma espécie (microevolução) pode ser demonstrada pela metodologia
científica. A evolução entre as diferentes espécies (macroevolução),
proposta por Darwin e mantida por seus seguidores, não pode ser
provada pelo método científico, no entanto, é chamada de teoria.
NOVE
DICAS PARA ALUNOS CRISTÃOS EM SALAS DE AULA
Por Paul S. Taylor, da Eden Communications
Tradução de Avelar Guedes Junior
1. Antes de fazer uma apresentação em sala de aula ou um relatório
sobre a criação de Deus, informe-se ao máximo sobre o criacionismo
e os problemas envolvidos com o evolucionismo.
2. Em muitas escolas públicas há um forte sentimento contra a expressão
de crenças religiosas cristãs em sala de aula. Os alunos têm mais
liberdade que os professores neste aspecto. Todavia, na sala de
aula, os alunos são mais prudentes quando limitam os seus comentários
a fatos científicos, ao invés de tratar de informações bíblicas
ou de crenças religiosas. Mesmo porque a própria ciência não é capaz
de amparar o evolucionismo.
3. Não se surpreenda se não for bem tratado numa escola pública
quando discutir sobre criacionismo. Fique preparado para lidar com
tal tratamento com uma atitude cristã apropriada. É uma triste realidade
que muitos professores e administradores são muito preconceituosos
e ignorantes neste assunto - o que é compreensível - já que, na
maior parte dos casos, toda a sua educação (do ensino fundamental
até o superior) foi totalmente parcial nesta matéria.
4. Lembre-se de que os alunos se encontram
sob a autoridade do professor, mesmo que estes sejam contrários
ao cristianismo. Alunos cristãos têm a responsabilidade de respeitar
a autoridade do seu professor e ser sempre corteses e respeitadores,
mesmo se eles não concordarem sobre o assunto evolução.
5. Para uma melhor relação aluno professor,
mantenha o bom humor nesta situação e seja objetivo. Fique "grudado"
aos fatos. Uma atitude cristã deve ser de amor e sensibilidade para
com todos, inclusive aos professores. Não recorra a discussões acaloradas
ou ofensas verbais. Não menospreze a crença do professor. Faça comentários
e perguntas de um modo sensível que despersonalize o assunto. É
muito improvável que envergonhar o professor diante da sala traga
os resultados desejados! As informações devem ser apresentadas com
uma atitude de boa vontade e de sincero respeito. É mais fácil aos
professores responderem favoravelmente a um aluno bom e estudioso
que está simplesmente buscando respostas francas que a um aluno
que parece hostil, despreparado, ou com ar de "sabe-tudo".
6. Empreste ao seu professor um bom livro sobre o assunto, especialmente
um que mantenha a objetividade cientifica. Vários livros críticos
do evolucionismo escritos por evolucionistas também são de interesse.
O uso destes evita fazer o assunto parecer uma guerra santa.
7. Lembre-se de que os professores, situações e salas de aula não
são os mesmos. O que pode funcionar com um professor ou escola pode
não dar certo com outros.
8.
Tenha em mente que o principal propósito de um aluno ir à escola
é aprender, e não testemunhar. Mas os alunos devem permanecer abertos
à liderança do Espírito Santo. Há muitas histórias emocionantes
de como alunos fizeram questionamentos ou deram informações que,
no final, produziram grandes mudanças na vida dos professores.
9. A oração é o ingrediente mais importante nos feitos humanos.
Certifique-se de que os esforços em sala de aula estão alicerçados
em tempo gasto em oração. PAIS: Aproveitem esta oportunidade para
orar com o seu filho pela sua carreira cristã, atitudes e fidelidade.
A CRIAÇÃO É OBRA DE DEUS
Deus criou toda a realidade existente com um ato de sua vontade
a partir do nada (criação ex nihilo). Em Romanos 4:17 está escrito
que Deus "chama à existência as coisas que não existem".
Muitas outras afirmações semelhantes a esta são encontradas no Novo
Testamento. No momento da criação não havia matéria preexistente,
nada foi adaptado ou moldado, tudo foi original.
Deus planejou e executou seu plano e a obra
criada agradava a Deus, pois tudo foi declarado por Ele como sendo
bom (Gn 1.1-31). O propósito das passagens bíblicas a respeito da
criação não é dizer como Deus executou seu projeto, mas sim que
foi Ele o seu autor e executor. Este ponto de fé a ciência não tem
como substituí-lo.
Para um criacionista existem a fé, a Bíblia e a grandiosidade da
realidade física criada por Deus. Não há como demonstrar satisfatoriamente
um ponto de fé com provas físicas, mas muitas vezes a realidade
ampara a fé e é isto que vemos no caso da criação. A grandeza e
a complexidade da vida podem ser vistas em toda a terra. O corpo
humano esbanja detalhes.
Como explicar a obra do acaso analisando a sofisticação de órgãos
como o cérebro, o olho e o ouvido? O cérebro humano é tão complexo
que mesmo com toda a tecnologia moderna, somente uma pequena parte
de seu funcionamento é compreendida. E o que dizer das diferentes
formas de vida com tanta variedade de estrutura? Não há espaço para
a ação do acaso na origem da vida, tudo foi planejado nos mínimos
detalhes por Deus, o Criador. A primeira afirmação da Bíblia está
em Gênesis 1.1 e nela está escrito: "No princípio criou Deus
os céus e a terra". No Salmo 148.5 a Bíblia ensina que Deus
deve ser louvado como o Criador.
Para os cientistas evolucionistas esse tipo de argumentação não
significa nada, entretanto, não usam, a rigor, o método científico
ao tentar provar a evolução das espécies e a origem da vida. A ciência
se apóia na realidade, nos fatos e nas provas físicas e, seguindo
estes parâmetros, o bioquímico Behe e outros sérios cientistas já
classificam a teoria da evolução como uma teoria ultrapassada. Os
cientistas precisam provar o que pensam e ensinar como verdade somente
o que provam, inclusive os evolucionistas. Se não há fatos físicos
nem provas, tudo não passa de idéias, nós, portanto, seguimos o
conselho do apóstolo Paulo a Timóteo, quando disse: "Guarda
o depósito que te foi confiado, tendo horror às oposições da falsamente
chamada ciência, a qual, professando-a alguns, se desviaram da fé."
(1 Tm 6.20).
QUEM DISSE QUE TODO CIENTISTA CRÊ NO EVOLUCIONISMO?
Algumas invenções e descobertas notáveis desenvolvidas por cientistas
criacionistas:
. FRANCIS BACON (1561-1626) - Método científico
. BLAISE PASCAL (1623-662) - Barômetro
. ISAAC NEWTON (1642-1727) - Lei da gravidade
. DAVID BREWSTER (1781-1868) - Caleidoscópio
. MICHAEL FARADAY (1791-1867) - Gerador elétrico
. SAMUEL F. B. MORSE (1791-1872) - Telégrafo
. CHARLES BABBAGE (1792-1871) - Calculadora
. JOSEPH HENRY (1797-1878) - Motor elétrico
. JAMES SIMPSON (1811-1870) - Clorofórmio
. LOUIS PASTEUR (1822-1895) - Lei da biogênese, controle de fermentação,
pasteurização etc.
. LORD KELVIN (1824-1907) - Balança de temperatura absoluta
. WILLIAM RAMSAY (1852-1916) - Gases inertes
Obs: Nem todos os cientistas supracitados foram ortodoxos em relação
às crenças cristãs, entretanto, todos eles foram criacionistas.
CLÁUDIA APARECIDA ALVES Bacharel em Química/USP,
Mestre em Ciência e Química Analítica/USP e doutorando em Biotecnologia
Molecular Estrutural/USP
Colaborador: MÁRIO A. MORAES SOBRAL
Referências bibliográficas
Bíblia de estudo de Genebra. Editora Cultura Cristã. Bíblia Apologética.
ICP -Instituto Cristão de Pesquisas
Introdução à Teologia Sistemática. Millard J. Erickson. Sociedade
Religiosa Edições Vida Nova "A origem da vida". George
Wald. Artigos do Scientific American.
A
Base molecular da vida: uma introdução à biologia molecular. Editora
da Universidade de São Paulo físico-Química. P W. Atkins. LTC -
Livros Técnicos e Científicos Editora
Biologia molecular básica. Arnaldo Zaha (Coordenador).
Editora Mercado Aberto
The emerging conceptual framework of evolutionary
developmental biology. Nature.
Wallace Arthur
Secret file of genes. Günter TheiBen: Nature
Site de consulta: http://ssilva777.tripod.com.br
notas:
1 A caixa-preta de Darwin: o desafio da bioquímica à teoria da evolução.
Michael Behe. Ciência e Cultura, p.13.
2. Ibid. p 235
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