Richard Carlson, Ph-D.
Escreveu no livro "Não faça tempestade
em copo dágua no trabalho" que tradicionalmente
o mundo dos negócios é dividido em duas
partes ou clubes.
"GDES", ou Graças a Deus e Sexta-feira.
É o mais concorrido e, portanto, o mais
popular deles.
Os seus membros voltam a atenção somente
para o final de semana.
Detestam o trabalho que costumeiramente
chamam de luta, dar o sangue, suar a camisa,
etc.
A sexta-feira é maravilhosa e até foi
batizada como o dia da cerveja.
O sábado então é divino já que podem dormir
até mais tarde e passar tarde e noite
em lazer.
O domingo se torna melancólico e enfadonho
porque a segunda, que é dia "trampo"
está chegando.
A maioria dos membros desse grupo é estressada
e faz dos cinco dias de trabalho um pesado
fardo.
"GDESF", ou Graças a Deus é
Segunda Feira ".
Esse clube possui menos associados, mas
de certa forma são mais dedicados ao trabalho.
São chamados de workaholics, não suportam
finais de semana porque não podem ficar
longe do trabalho.
Detestam a sexta-feira.
Além de inseguros, são também altamente
estressados.
Os cinco dias da semana são insuficientes
e sempre sobra trabalho para o final de
semana.
Nem é preciso dizer que os membros de
cada clube são reativos e acham que os
membros do outro clube são completamente
malucos.
Uma pesquisa realizada na França constatou
que 70% das pessoas se preocupam, lamentam
e gastam tempo pensando no passado, 25%
das pessoas ficam ansiosas quanto ao futuro
fantasiando uma série de dificuldades
que poderão ocorrer.
Apenas 5% das pessoas se concentram no
presente.
O que se tem nas mãos? O minuto que passou?
O minuto que ainda não chegou?
Que tal o clube alternativo? "GDEH",
ou Graças a Deus é Hoje.
Os membros desse clube ficam felizes todos
os dias da semana porque entendem que
cada dia é único, é uma dádiva divina
e singular.
Por isso são felizes, tem percepção das
oportunidades, a qualidade de vida está
estampada no olhar de cada um deles, são
proativos.
Sexta ou segunda são iguais para eles
já que o foco está centrado em tirar o
máximo de proveito do minuto presente.
Nas mãos se têm tão somente esse minuto,
o minuto presente.
Viver é sempre no tempo presente, não
se vive o passado e nem o futuro.
Viver esse presente de Deus de forma correta
e intensa, permitirá nunca lamentar o
passado e não temer o futuro.
Escritor:Wilson J. Andrade