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A
PURA VERDADE SOBRE O NATAL
(
Mais artigos sobre Natal - clique aqui.)
De
onde veio o costume de celebrar o Natal? Da Bíblia ou do
paganismo? Eis aqui verdade surpreendente que o alarmará!
Faça um teste. Que você sabe sobre a origem da Árvore
de Natal, do "Papai Noel", da coroa de azevinho, da acha
de Natal, e do costume de trocar presentes.
Muitos nunca se detém para pensar no PORQUÊ acreditam
no que acreditam; no PORQUÊ seguem determinados costumes ou
de onde eles procedem. Todos nascemos de um mundo cheio de costumes:
crescemos e somos acostumados a aceitá-los sem discussão.
Por quê? Instinto de ovelha?
Bem
mais do que isso. Por natureza temos a tendência de fazer
o mesmo que os outros, ainda que estejam errados. As ovelhas seguem
em direção ao matadouro, confiantemente, porém,
os seres humanos têm a obrigação de examinar
o caminho que seguem.
COMO
E QUANDO SURGIU O NATAL PELA PRIMEIRA VEZ?
Será
o Natal realmente a celebração do nascimento de Jesus
Cristo? Nasceu Jesus em 25 de dezembro? Será que os primeiros
apóstolos que conheciam e foram ensinados por Jesus, pessoalmente,
celebraram o aniversário do menino Jesus em 25 de dezembro?
Será que alguma vez o celebraram em qualquer outro dia?
Se
o Natal é uma das maiores festas cristãs, por que
será que todos os pagãos o celebram também?
Você sabe? Por que nessa época se troca tantos presentes
com familiares, parentes e amigos? Se é por causa dos reis
magos que trouxeram e ofertaram presentes ao menino Jesus, a resposta
poderá surpreender. A maioria das pessoas supõe
muitas coisas sobre o Natal que não são verdades.
Vamos agora parar de fazer suposições e conhecer
os fatos!
A
palavra "Natal" tem a ver com nascimento,
ou aniversário natalício, especialmente com o dia
em que geralmente se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Esta
festa teve origem na Igreja Católica Romana e daí
se expandiu ao protestantismo e ao resto do mundo.
E então, de onde tirou a Igreja Católica Romana? Não
saiu do Novo Testamento - Não foi da Bíblia
nem dos primeiross apóstolos que foram instruídos
por Cristo - todavia, sabe-se que lentamente foi absorvida
do paganismo pela Igreja Católica Romana a partir do quarto
século.
Vejamos
o que diz a Enciclopédia Católica, edição
inglesa, sob o título "Natal".
"O Natal não era considerado
entre as primeiras festas da Igreja... Os primeiros indícios
da festa provêm do Egito." "Os costumes
pagãos ocorridos durante as calendas de Janeiro lentamente
modificaram-se na festa do Natal”.
Também
nas mesmas enciclopédias, sob o tema "Dia do
Natal", encontramos que Origenes, um dos patriarcas
católicos, reconheceu a seguinte verdade: "... Não
há registro nas Sagradas Escrituras de que alguém
tenha comemorado uma festa, ou realizado um grande banquete no dia
do seu aniversário. Somente os pecadores (como Faraó
e Herodes), que se rejubilam grandemente com o dia em que nasceram
neste mundo."
A Enciclopédia Britânica edição de 1946,
afirma: "O Natal não era contado nas primeiras festas
da Igreja..." "Não foi instituída por Cristo,
nem pelos apóstolos, nem por autoridades bíblicas.
Foi adquirida mais tarde do paganismo."
A Enciclopédia Americana, edição
1944, declara:
"O Natal...não foi, de acordo com muitas autoridades
no assunto, celebrado nos primeiros séculos da Igreja Cristã,
porque o costume cristão, em geral era celebrar a morte de
pessoas importantes em vez do nascimento. A "comunhão",
instituída por autoridade Bíblica no Novo Testamento,
é o memorial desse acontecimento (isto é, o nascimento
de Cristo) no século IV. No século V, a Igreja Ocidental
deu origem, para que fosse celebrada para sempre no
dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do Sol,
porque não se conhecia ao certo o dia do nascimento de Cristo."
Agora
veja! Estas reconhecidas autoridades históricas mostram que
o Natal não foi observado pelos primeiros cristãos,
durante os primeiros duzentos ou trezentos anos desta era.
Foi absorvido na Igreja Ocidental, ou Romana, durante o século
IV da era cristã. Senão a partir do século
V que a Igreja Romana ordenou que se comemorasse
oficialmente como uma festividade cristã!
Jesus
não nasceu em 25 de dezembro? Jesus nem sequer nasceu
na estação do inverno!
Quando
Jesus nasceu, "Ora, havia naquela mesma região
pastores que estavam no campo, e guardavam durante as vigílias
da noite o seu rebanho." (Lucas 2:8)
Isto
nunca poderia ter acontecido na Judéia no mês de dezembro.
Os pastores recolhiam os rebanhos das montanhas e dos campos e colocavam-nos
no curral no mais tardar até o dia 15 de outubro,
para protegê-los do frio e da estação chuvosa
que se seguia.
Veja
que a própria Bíblia fornece provas, em Cantares de
Salomão 2.11 e am Esdras 10.9-13, de que o inverno era uma
estação chuvosa, não permitindo aos pastores
permanecerem ao ar livre nos campos durante a noite.
"Durante
a época da Páscoa (começo da primavera) era
costume antigo dos judeus daqueles dias levarem as ovelhas aos campos
e desertos, e recolhê-las ao começo das primeiras chuvas",
afirma Adam Clarke no seu Commentary, (vol. 5, pág. 370,
edição de New York).
A seguir esta mesma autoridade declara: "Os pastores cuidavam
dos seus rebanhos dia e noite durante todo e tempo que permaneciam
fora..." as primeiras chuvas começavam no princípio
do mês de "Marchesvan", que corresponde parte dos
meses de outubro e novembro do nosso calendário (começa
às vezes em outubro), descobrimos que as ovelhas estavam
nos campos ao ar livre durante todo o verão. E como os pastores
não haviam ainda recolhido os seus rebanhos, é um
argumento provável que outubro não havia ainda nem
começado, e que, consequentemente, nosso Senhor não
nasceu em 25 de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo;
nem mesmo poderia ter nascido depois do mês de setembro, já
que os rebanhos estavam ainda no campo durante a noite, apenas uma
ocorrência cronológica... Veja as citações
dos "Talmudistas em Lightfood."
"Qualquer
enciclopédia ou outra autoridade, poderá lhe dizer
que Cristo não nasceu no dia 25 de dezembro. A enciclopédia
Católica francamente testifiaca este fato."
A
data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida
conforme todas autoridades no assunto afirmam.
Se Deus desejasse
que guardássemos e comemorássemos o nascimento de
Cristo, Ele não teria ocultado tão completamente a
data exata. Como este costume pagão foi absorvido pela Igreja?
Como surgiu no mundo ocidental este costume pagão?
A
New Schaff-herzog Enciclopedia of Religious Knowledge (Enciclopédia
de conhecimentos religiosos) explica-o claramente no seu artigo
sobre o "Natal".
Não
se pode determinar com precisão até que ponto a data
da festividade dependia da brunária pagã (25 de dezembro),
que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o
dia mais curto do ano e o "Novo Sol"... As festividades
pagãs, Saturnália e Brumária estavam a demais
profundamente arraigadas nos costumes populares para serem abandonadas
pela influência cristã... A festividade pagã
acompanhada de bebedices e orgias, agradavam tanto que os cristãos
viram com o agrado uma desculpa para continuar a celebrá-la
em grandes alterações no espírito e na forma.
Pregadores cristãos do Ocidente e do Oriente próximo,
protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava
o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia
acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao
Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã.
Lembremo-nos que o mundo romano era pagão. Antes do século
IV, os cristãos eram poucos em número, embora aumentassem,
eram perseguidos pelos pagãos. Porém, com
a chegada de Constantino, como imperador, que no século
IV fez profissão pública de fé cristã,
colocando o cristianismo ao mesmo nível do paganismo,
o mundo romano passou a aceitar esse cristianismo popularizado
pelo imperador. Porém, lembremo-nos que eles haviam sido
criados em costumes pagãos, dentre as quais 25 de
dezembro era a maior das festividades idólatras.
Era uma festa alegre com seu espírito especial. Todos se
divertiam! Não queriam renunciá-la!
Este mesmo artigo da enciclopédia Shaff-Herzog de conhecimentos
religiosos, explica como a aprovação dada por Constantino
do domingo, dia em que os pagãos adoravam o Sol,
e como a influência do maniqueísmo pagão que
identificava o filho de Deus como o Sol físico, proporcionou
a esses pagãos do século IV, agora "convertidos"
em massa ao "cristianismo" o pretexto necessário
para chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento
do deus-Sol) de dia do nascimento do filho de Deus.
E assim foi que "o Natal" se enraizou em nosso
mundo Ocidental!
Não importa que usemos outro nome, continua sendo a mesma
velha festividade pagã de adoração ao Sol.
A única coisa que mudou foi o nome" Chame um coelho
de leão se quiser, porém continuará sendo um
coelho.
E da Enciclopédia Britânica: "A partir do
ano 354, alguns latinos, possivelmente, transferiram o dia de nascimento
de 6 de janeiro para 25 de dezembro, quando se realizava uma
festa mitraísta... ou nascimento do Sol invicto...
Os sírios e os armênios, que se prenderam a data de
6 de janeiro, acusavam os romanos de idólatras e adoradores
do Sol, alegando... que a festa de 25 de dezembro tinha sido inventada
pelos discípulos de Corinto."
A
verdadeira origem do Natal
Então, se recebemos o Natal pela Igreja Católica Romana,
e esta por sua vez recebeu do paganismo, de onde receberam os pagãos?
Qual é a origem verdadeira?
O Natal é a principal tradição do sistema corrupto
denunciado inteiramente nas profecias e instruções
bíblicas sobre o nome de Babilônia.
Seu início e origem surgiu na antiga Babilônia de Ninrode!
É verdade, suas raízes datam de épocas
imediatamente posterior ao dilúvio!
Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o
verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje
domina o mundo - Sistema de Competição Organizado
- de impérios e governos pelo homem, baseado no sistema econômico
de competição e de lucro. Ninrode construiu
a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga
Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro
reino deste mundo. O nome Ninrode, em Hebraico, deriva de "Marad"
que significa "ele se rebelou, rebelde".
Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam deste indivíduo
que se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia
profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje.
Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com sua
mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte
prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina malígna
da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava
que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um
pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar
da morte de Ninrode para uma nova vida.
Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava
que Ninrode visitava a árvore "sempre viva"
e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode
era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da
"Árvore de Natal"!
Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis
converteu-se na "Rainha do Céu"dos
Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se
no "Divino Filho do Céu". Por gerações
neste culto idólatra. Ninrode passou a ser o falso Messias,
filho de Baal: o deus-Sol. Nesse falso sistema babilônico,
"a mãe e a criança" ou a "Virgem e
o menino"(isto é, Semíramis e Ninrode redivivo),
transformaram-se em objetos principais de adoração.
Esta veneração da "virgem e o menino"
espalhou-se pelo mundo afora; o presépio é uma continuação
do mesmo, em nossos dias, mudando de nome em cada país e
língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia
Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até
mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete encontra-se
o equivalente da Madona (minha dona ou minha senhora),
muito antes do nascimento de Jesus Cristo!
Portanto durante os séculos quarto e quinto, quando centenas
de milhares de pagãos do mundo romano adotavam o novo "cristianismo
popular" levando consigo as antigas crenças
e costumes pagãos, cobrindo-os sobre nomes cristãos,
popularizou-se também a idéia da "virgem e o
menino" (Maria após o nascimento de Jesus, manteve relações
íntimas com seu marido segundo as escrituras - Mateus 1:24-25
- "E José, tendo despertado do sono, fez como o
anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu sua mulher; e não
a conheceu enquanto ela não deu à luz um filho; e
pôs-lhe o nome de JESUS." Dizer que ela permaneceu
virgem é um reflexo claro desta doutrina pagã, especialmente
durante a época do Natal. Os postais de Natal, as decorações
e representações, do presépio, as músicas
da noite de Natal, como seu tema "Noite Feliz", repetem
ano após ano esse tema popular da "virgem e o menino".
Nós que nascemos num mundo cheio de costumes babilônicos,
criados e mergulhados nessas coisas toda nossa vida, fomos ensinados
a reverenciar essas coisas como sendo santas e sagradas. nunca investigamos
para ver de onde vieram - se vieram da Bíblia, ou da idolatria
ggentílica.
Causa-nos um choque conhecer a verdade - alguns infelizmente ficam
ofendidos diante da pura verdade, porém Deus ordena aos seus
fiéis ministros em Isaías 58.1 "Clama em
alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta
e anuncia ao meu povo a sua transgressão". A verdadeira
origem do Natal encontra-se na antiga Babilônia. Está
ligado à apostasia organizada que mantém preso um
mundo enganado por todos esses séculos. É hora de
sair da apostasia e sair de tamanho engano e astuta cilada de satanás.
O Natal (25 de dezembro) é uma mentira -
João 8.13-16 - "Disseram-lhe, pois, os fariseus:
Tu dás testemunho de ti mesmo; o teu testemunho não
é verdadeiro.
Respondeu-lhes Jesus: Ainda que eu dou testemunho de mim mesmo,
o meu testemunho é verdadeiro; porque sei donde vim, e para
onde vou; mas vós não sabeis donde venho, nem para
onde vou. Vós julgais segundo a carne; eu a ninguém
julgo. E, mesmo que eu julgue, o meu juízo é verdadeiro;
porque não sou eu só, mas eu e o Pai que me enviou."
João 8.30-32 - " Falando ele estas coisas, muitos
creram nele. Dizia, pois, Jesus aos judeus que nele creram: Se vós
permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sois meus discípulos;
e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará."
João 8:40-47 - "Mas agora procurais matar-me, a
mim que vos falei a verdade que de Deus ouvi; isso Abraão
não fez. Vós fazeis as obras de vosso pai. Replicaram-lhe
eles: Nós não somos nascidos de prostituição;
temos um Pai, que é Deus. Respondeu-lhes Jesus: Se Deus fosse
o vosso Pai, vós me amaríeis, porque eu saí
e vim de Deus; pois não vim de mim mesmo, mas ele me enviou.
Por que não compreendeis a minha linguagem? é porque
não podeis ouvir a minha palavra. Vós tendes
por pai o Diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele
é homicida desde o princípio, e nunca se firmou na
verdade, porque nele não há verdade; quando ele profere
mentira, fala do que lhe é próprio; porque é
mentiroso, e pai da mentira. Mas porque eu digo a verdade, não
me credes. Quem dentre vós me convence de pecado? Se digo
a verdade, por que não me credes?
Quem é de Deus ouve as palavras de Deus; por isso vós
não as ouvis, porque não sois de Deus."
No Egito sempre se acreditava que o filho de Isis (nome egípicio
da "Rainha do Céu") nascera em 25 de dezembro.
O mundo pagão celebrava essa famosa data de nascimento, na
maior parte do mundo conhecido de então, muitos séculos
antes do nascimento de Cristo. O próprio Jesus, os apóstolos
e a igreja nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época,
na Bíblia não há mandamento ou instrução
alguma para celebrar. Todavia somos ordenados a lembrar sim de sua
morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (ICo.
11.24-26; Jo. 13.14-17). Portanto os antigos "Mistérios
Caldeus" idólatras iniciados pela esposa de
Ninrode, têm sido transmitido de geração em
geração pelas religiões pagãs e continua
sob novos nomes de aparência Cristã.
PAPAI
NOEL
Alguém dirá: Certamente que o velhinho tão
querido, "Papai Noel", não é uma criação
pagã. Porém ele é, e o seu caráter verdadeiro
não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam!
O nome "Papai Noel" é uma corruptela do
nome "São Nicolau" um bispo romano que
viveu no século V. Leia na Enciclopédia Britânica,
vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa,
o seguinte: "São Nicolau, bispo de Mira, um santo
venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro... A lenda
de sua dádiva oferecida as escondidas, de dotes, às
três filhas de um cidadão empobrecido..."
diz se ter originado o costume de dar presentes as escondidas no
dia de São Nicolau (6 de dezembro), o que mais tarde foi
transferido para o dia de Natal. Daí a associação
do Natal com São Nicolau (Papai Noel), que sorrateiramente
a idéia é fazê-lo subtituir Papai do Céu.
Durante o ano os pais castigam suas crianças por falarem
mentira. Então na época de Natal. Contam-lhes esta
tamanha mentira do Papai Noel! Será demais pensar então
que muitos deles ao crescerem e conhecerem a verdade, comecem a
acreditar também que Deus é um mito?
Um rapazinho, sentindo-se triste e desiludido sobre a verdade de
Papai Noel, comentou com o seu companheirinho: "Eles vão
ver. Vou investigar também essa história de Jesus
Cristo". É um ato cristão ensinar às crianças
mitos e mentiras? Deus declara: "Não dirás falso
testemunho contra o teu próximo." (Êxodo 20.16).
Pode ser que pareça certo, e que seja justificável
pela razão humana, porém Deus acrescenta: "Há
um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele conduz à
morte." (Provérbios 14.12).
O "velhinho" de barba branca
é sempre alguém que se disfarça para parecer
bonzinho! Satanás também se mostra como "anjo
de luz" para enganar! E assim, quando examinamos os
fatos, ficamos surpreendidos grandemente ao saber que a
prática da observância do Natal não é,
afinal, uma prática cristã verdadeira, porém
um costume pagão - um dos caminhos de babilônia
que o munndo continua seguindo!
A
ÁRVORE DE NATAL E A COROA DE AZEVINHO
O
que diz a Bíblia sobre a árvore de Natal? Se a Bíblia
nada diz para comemorarmos o Natal, nem mesmo registra tal observância
da parte dos apóstolos ou da verdadeira Igreja primitiva,
ela tem algo a dizer sobre a árvore de Natal! Isto será
uma surpresa real para muitos, mas aqui está.
Jeremias 10.2-4 - "Assim diz o Senhor: Não aprendais
o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais
do céu; porque deles se espantam as nações,
pois os costumes dos povos são vaidade;
corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos
do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos
e com martelos o firmam, para que não se mova."
Deus nos ordena não imitar esse caminho nem segui-lo! Certas
pessoas se enganam ao pensar que isso significa que não faz
mal ter uma árvore de Natal. Com ela nos associamos à
festividade gentílica. As idéias referentes a árvores
sagradas são muito antigas. Uma antiga fábula babilônica
falava de um pinheirinho que nasceu de um tronco morto. O velho
tronco simbolizava Ninrode morto e o novo pinheirinho que Ninrode
tinha vindo viver novamente em Tamuz! Entre os druidas, o carvalho
era sagrado, entre os egípicios as palmeiras; em Roma era
o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália
(Walsh Curiosities of popular customs, pág. 242). O deus
escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais
na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado.
Sabemos que as pessoas, na sua maioria, não adoram árvores,
contudo vemos claramente que adquiriram a idéia gentílica
por ignorância.
Outros costumes pagãos, além dos costumes tradicionais
de Natal que observamos, sem percebermos, importamos outros mais
que, por serem de origem pagã, são logo colocados
com entusiasmo como: "a coroa de azevinho" às vezes
conhecida por "coroa de Natal", o qual se enfeita a porta
de muitos lares "cristãos"e o madeiro que se queima
em lareira durante o Natal, às vezes chamados de "acha
de Natal" são relíquias de eras pré-cristãs
(isto é, pagãs), segundo a Enciclopédia
Americana.
Frederick J. Haskins no seu livro Answers to Questions (Respostas
a indagações), refere-se à coroa e a árvore
de Natal. As autoridades no assunto acreditam poder identificar
o uso da coroa de azevinho com os "costumes pagãos
de decorar as residências, os edifícios e os lugares
de culto religioso, na festa em que ocorria durante o tempo em que
se comemora o Natal. A árvore de Natal vem do Egito, e sua
origem data de um período muito antes da era natalina".
Até mesmo acender lenhas em fogueiras e velas como cerimônia
cristã é meramente perpetuação de um
costume pagão de estimular o deus-Sol em declínio
quando ele atinge o ponto mais baixo ao Sul da abóboda celeste!
OS
PRESENTES DE NATAL
E a troca de presentes, não será bíblica?
O ponto culminante de toda esta observância natalina - a época
de fazer compras de Natal - De comprar e trocar presentes com familiares
e amigos - muitos exclamarão em triunfo "Bem, pelo menos
a Bíblia assim nos diz para proceder! Não deram presentes
os Reis magos do Oriente quando Cristo nasceu?"
Novamente encontraremos mais surpresas ao conhecermos a pura verdade.
Antes porém, vamos examinar a origem histórica dos
costumes de dar e receber presentes para depois ver o que a Bíblia
nos diz a esse respeito.
Da biblioteca sacra vol. 12, páginas 153-155, citamos o seguinte:
"A troca de presentes entre amigos é característica
tanto do Natal quanto da Saturnália" e deve ter
sido adotada do mundo pagão pelos cristãos, como plenamente
mostra a admoestação de tertuliano.
O fato é que este costume de trocar presentes com familiares
e amigos, que se apegou ao povo durante a época de Natal,
não tem nada de cristianismo, ainda que pareça estranho!
Isto não comemora o nascimento de Cristo, nem honra o nascimento,
nem a pessoa dele!
Suponha que sua mãe/pai esteja fazendo aniversário.
e por isso deseja honrá-la(o) neste dia, você compraria
presente para todos, trocaria presentes com um e com outro de seus
amigos e familiares, e ignoraria qualquer presente para aquela que
cujo nascimento deseja honrar? Bastante absurdo quando visto desta
forma não é?
No entanto é precisamente isto que fazem as pessoas por todas
as partes do mundo! Honram um dia no qual Cristo não nasceu,
gastando todo dinheiro que conseguem juntar para comprar presentes,
para trocar um e com outro de seus amigos e familiares. O mês
de dezembro costuma ser o mês mais pobre para a OBRA
DE CRISTO! Todos estão ocupados trocando presentes
entre si para lembrarem dele e da sua obra, pelo que parece é
que eles têm que se equilibrar pelas dívidas feitas
por causa do Natal, assim, raramente retornam ao normal, no apoio
de Cristo e sua obra, senão por volta do mês de março!
Agora considere o que a Bíblia diz a respeito das ofertas
que os Reis magos deram quando Cristo nasceu. Está em Mateus
2.1-11 - "Tendo, pois, nascido Jesus em Belém da
Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que vieram do oriente
a Jerusalém uns magos que perguntavam: Onde está aquele
que é nascido rei dos judeus? pois do oriente vimos a sua
estrela e viemos adorá-lo. O rei Herodes, ouvindo isso, perturbou-se,
e com ele toda a Jerusalém; e, reunindo todos os principais
sacerdotes e os escribas do povo, perguntava-lhes onde havia de
nascer o Cristo. Responderam-lhe eles: Em Belém da Judéia;
pois assim está escrito pelo profeta: E tu, Belém,
terra de Judá, de modo nenhum és a menor entre as
principais cidades de Judá; porque de ti sairá o Guia
que há de apascentar o meu povo de Israel. Então Herodes
chamou secretamente os magos, e deles inquiriu com precisão
acerca do tempo em que a estrela aparecera; e enviando-os a Belém,
disse-lhes: Ide, e perguntai diligentemente pelo menino; e, quando
o achardes, participai-mo, para que também eu vá e
o adore.
Tendo
eles, pois, ouvido o rei, partiram; e eis que a estrela que tinham
visto quando no oriente ia adiante deles, até que, chegando,
se deteve sobre o lugar onde estava o menino. Ao verem eles a estrela,
regozijaram-se com grande alegria. E entrando na casa, viram o menino
com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo
os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro incenso e mirra."
Dádivas oferecidas a Cristo? Note, inquiriram
pelo menino Jesus. Nascido Rei dos Judeus! Então
por que lhe ofereceram dádivas? Por ser dia do seu aniversário?
De maneira alguma, pois chegaram muitos dia ou semanas depois da
data de seu nascimento: Seria para deixar-nos um exemplo, para trocarmos
presentes uns com os outros? Não, note cuidadosamente! eles
deram as ofertas a Cristo, não para os amigos e parentes
deles, ou qualquer outro!
Por
que? Vejam o que diz Adam Clarke, em seu Adam Clarke Commentary,
vol. V pág. 46 , vers.11 (oferta-lhe dádivas).
"Os povos do Oriente nunca chegam na presença de
Reis ou de grandes personagens sem um presente nas mãos."
O costume é freqüentemente encontrado no Velho Testamento,
e está em vigor no Oriente, inclusive em algumas ilhas descobertas
recentemente nos mares do Sul.
Eis o motivo! Os reis magos não estavam instituindo um novo
sistema cristão de permuta de ofertas com amigos para honrar
o nascimento de Cristo! Agiam conforme ao antigo costume Oriental
de levar ofertas ao apresentar-se diante de um rei. Eles compareciam
perante a presença do Rei dos Judeus em pessoa. Portanto
o costume ditava que ofertassem alguma dádiva, da mesma forma
que a Rainha de Sabá trouxe ofertas a Salomão, assim
como hoje muitos que visitam um Chefe de Estado levam consigo um
presente.
O costume de dar e receber presentes de Natal não tem nada
a ver com esse incidente registrado nas Escrituras, porém,
de fato, é a continuação de um antigo costume
pagão. Em vez de honrar a Cristo, tal costume invariavelmente
retarda a sua obra, freqüentemente dificultando-a cada ano
na época do Natal.
Há
um argumento utilizado com freqüência para justificar
a observância do Natal. Muitos ainda insistem: "mesmo
assim, muito embora o Natal foi um costume pagão honrando
o falso deus-Sol, não mais se observa o Natal para honrar
o falso deus, mas sim para honrar a Cristo". Porém,
como responde Deus em sua Palavra?
Deuteronômio 12.1-2 - "São estes os
estatutos e os preceitos que tereis cuidado em observar na terra
que o Senhor Deus de vossos pais vos deu para a possuirdes por todos
os dias que viverdes sobre a terra. Certamente destruireis todos
os lugares em que as nações que haveis de subjugar
serviram aos seus deuses, sobre as altas montanhas, sobre os outeiros,
e debaixo de toda árvore frondosa;" Deuteronômio
12.30-32
" Guarda-te para que não te enlaces para
as seguires, depois que elas forem destruídas diante
de ti; e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo:
De que modo serviam estas nações os seus deuses? pois
do mesmo modo também farei eu. Não farás assim
para com o Senhor teu Deus; porque tudo o que é abominável
ao Senhor, e que ele detesta, fizeram elas para com os seus deuses;
pois até seus filhos e suas filhas queimam no fogo aos seus
deuses. Tudo o que eu te ordeno, observarás; nada lhe acrescentarás
nem diminuirás."
Deus afirma plenamente em seu livro de instruções
para nós, que não vai aceitar esse tipo de culto,
muito embora feito com a intenção de honrá-lo.
Para Ele você está usando o que lhe é abominável,
e assim honra não a Ele, mas aos falsos deuses pagãos.
Jesus
disse plenamente: "Deus é Espírito, e é
necessário que os que o adoram, o adorem em espírito
e em verdade." (João 4.24). E o que é a
verdade? A Palavra de Deus - AS ESCRITURAS SAGRADAS
- Deus não aceitará quando alguém usar dde
costume ou maneira pagã de culto para tentar honrar,com isso,
a Cristo.
Ter
uma árvore de Natal em casa é o mesmo que ter uma
imagem ou ídolo "santo". Certamente você
deve questionar! "Eu tenho, mas não adoro". Mas
Deus diz " NÃO TERÁS OUTROS DEUSES ALÉM
DE MIM"
Êxodo 20:1-6 - "Então falou Deus todas
estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei
da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás
outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem
esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu,
nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não
te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque
eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade
dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração
daqueles que me odeiam e uso de misericórdia com milhares
dos que me amam e guardam os meus mandamentos."
Em João 17.17 Jesus ora ao Pai para que fôssemos santificados
na verdade e reforça, "a tua Palavra é verdade".
A Bíblia diz que Deus não aceitará quando alguém
usar de costume ou maneira gentílica de culto para tentar
honrar a Cristo.
Novamente
Jesus disse: "Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas
que são preceitos de homem." (Mateus 15:9). A
OBSERVÂNCIA DO NATAL É PRECEITO DE HOMENS
e isto foi proibido por Deus como já vimos.
Além disso, Jesus disse: " E assim por causa da
vossa tradição invalidastes a palavra de Deus."
(Mateus 15:6).
É precisamente isto o que, hoje, milhões de pessoas
estão fazendo. IGNORAM O MANDAMENTO DE DEUS!
Ele ordena com respeito ao uso de costumes pagãos para honrar
ou adorar a Deus "Não farás assim com o Eterno
teu Deus". Mesmo assim a maioria não leva a sério
este mandamento, antes considera-o sem valor e segue a tradição
dos homens em observar o Natal.
Não se enganem! Deus não vai permitir que O desafiem
e O desobedeçam. Jesus é a palavra de Deus viva em
pessoa, e a Bíblia é a Palavra de Deus em forma de
Escrita.
E
assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra
de Deus.
A Palavra de Deus não pode ser desprezada ou ignorada. Estamos
em Babilônia (confusão) e não sabemos, o Natal
tornou-se uma festa comercial patrocinada e explorada pela mais
forte campanha publicitária do ano. Em muitas lojas encontra-se
alguém mascarado de "Papai Noel". A propaganda
nos mantém iludidos e enganados com a "beleza do espírito
do Natal".
Os jornais que publicam esses anúncios, também imprimem
editoriais em linguagem colorida, exaltando e elogiando a época
pagã e o seu "espírito".
O público crédulo e simples já se encontra
tão inoculado com esta falsidade, que muitos ficam ofendidos
quando se lhes diz a verdade. Porém o "espírito
do Natal" é revivido cada ano, não para honrar
a Cristo, mas para vender mercadorias! Igual a todos os enganos
de satanás, o qual aparece como um "anjo de luz"
"E não é de admirar, porquanto o próprio
satanás se disfarça de anjo de luz" (IICo 11.14).
O Natal mostra-se sobre um falso aspecto de bondade. Milhões
são gastos nesses desperdícios de mercadoria a cada
ano, enquanto a causa de Cristo deve sofrer! Isto faz parte do sistema
econômico de Babilônia! Nós alegamos que somos
nações cristãs, porém sem o saber, estamos
em Babilônia, tal como predisse a profecia Bíblica
, Apocalipse 18: "Depois destas coisas vi descer do céu
outro anjo que tinha grande autoridade, e a terra foi iluminada
com a sua glória. E ele clamou com voz forte, dizendo: Caiu,
caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios,
e guarida de todo espírito imundo, e guarida de toda ave
imunda e detestável. Porque todas as nações
têm bebido do vinho da ira da sua prostituição,
e os reis da terra se prostituíram com ela; e os mercadores
da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias.
Ouvi outra voz do céu dizer: Sai dela, povo meu, para que
não sejas participante dos sete pecados, e para que não
incorras nas suas pragas. Porque os seus pecados se acumularam até
o céu, e Deus se lembrou das iniqüidades dela. Tornai
a dar-lhe como também ela vos tem dado, e retribuí-lhe
em dobro conforme as suas obras; no cálice em que vos deu
de beber dai-lhe a ela em dobro. Quanto ela se glorificou, e em
delícias esteve, tanto lhe dai de tormento e de pranto; pois
que ela diz em seu coração: Estou assentada como rainha,
e não sou viúva, e de modo algum verei o pranto. Por
isso, num mesmo dia virão as suas pragas, a morte, e o pranto,
e a fome; e será consumida no fogo; porque forte é
o Senhor Deus que a julga. E os reis da terra, que com ela se prostituíram
e viveram em delícias, sobre ela chorarão e prantearão,
quando virem a fumaça do seu incêndio; e, estando de
longe por medo do tormento dela, dirão: Ai! ai da grande
cidade, Babilônia, a cidade forte! pois numa só hora
veio o teu julgamento. E sobre ela choram e lamentam os mercadores
da terra; porque ninguém compra mais as suas mercadorias:
mercadorias de ouro, de prata, de pedras preciosas, de pérolas,
de linho fino, de púrpura, de seda e de escarlata; e toda
espécie de madeira odorífera, e todo objeto de marfim,
de madeira preciosíssima, de bronze, de ferro e de mármore;
e canela, especiarias, perfume, mirra e incenso; e vinho, azeite,
flor de farinha e trigo; e gado, ovelhas, cavalos e carros; e escravos,
e até almas de homens. Também os frutos que a tua
alma cobiçava foram-se de ti; e todas as coisas delicadas
e suntuosas se foram de ti, e nunca mais se acharão. Os mercadores
destas coisas, que por ela se enriqueceram, ficarão de longe
por medo do tormento dela, chorando e lamentando, dizendo: Ai! ai
da grande cidade, da que estava vestida de linho fino, de púrpura,
de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas, e pérolas!
porque numa só hora foram assoladas tantas riquezas. E todo
piloto, e todo o que navega para qualquer porto e todos os marinheiros,
e todos os que trabalham no mar se puseram de longe; e, contemplando
a fumaça do incêndio dela, clamavam: Que cidade é
semelhante a esta grande cidade? E lançaram pó sobre
as suas cabeças, e clamavam, chorando e lamentando, dizendo:
Ai! ai da grande cidade, na qual todos os que tinham naus no mar
se enriqueceram em razão da sua opulência! porque numa
só hora foi assolada. Exulta sobre ela, ó céu,
e vós, santos e apóstolos e profetas; porque Deus
vindicou a vossa causa contra ela. Um forte anjo levantou uma pedra,
qual uma grande mó, e lançou-a no mar, dizendo: Com
igual ímpeto será lançada Babilônia,
a grande cidade, e nunca mais será achada. E em ti não
se ouvirá mais o som de harpistas, de músicos, de
flautistas e de trombeteiros; e nenhum artífice de arte alguma
se achará mais em ti; e em ti não mais se ouvirá
ruído de mó; e luz de candeia não mais brilhará
em ti, e voz de noivo e de noiva não mais em ti se ouvirá;
porque os teus mercadores eram os grandes da terra; porque todas
as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias.
E nela se achou o sangue dos profetas, e dos santos, e de todos
os que foram mortos na terra."
ORIENTAÇÃO
Mesmo querendo fazer a vontade de Deus como fiéis discípulos,
somos surpreendidos por situações que ficamos chocados
e atônitos, que nos trazem até embaraços para
acertar nossas vidas erradas com a realidade divina. Contudo, nem
tudo está perdido. Temos um Deus que transforma maldição
em bênção. Agora não somos mais
ignorantes quanto a festividade iniciada na Babilônia. Qual
deve ser então nosso procedimento prático?
1 - Tirá-la totalmente do nosso coração. Lançar
fora toda dependência sentimental da data do Sol Invictus
(25 de dezembro)
2 - Instruírmos nossos filhos e discípulos: "conhecereis
a verdade e a verdade vos libertará." João 8.32
3 - Nos livrarmos de todo enfeite com motivos natalinos, pois sabemos
suas origens.
4 - Não ficarmos sujeitos financeiramente a comidas importadas
típicas. É um dia como qualquer outro.
5 - Resistirmos ao espírito satânico de gastos no Natal,
principalmente se houverem dívidas. Vigiar as "ofertas
do Papai Noel". Só devemos comprar o necessário.
Mamon, demônio das riquezas, criou dependência na mente
humana onde as pessoas têm de estar nas festividades de fim
de ano com casa nova, roupa nova etc. ("Ninguém
pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar a um e
amar o outro, ou há de dedicar-se a um e desprezar o outro.
Não podeis servir a Deus e às riquezas." Mateus
6.24).
6 - Devemos aproveitar a data ("Andai em sabedoria para
com os que estão de fora, usando bem cada oportunidade."
Colossenses 4.5) para estar com parentes e amigos em
suas casas falando da necessidade do nascimento de Jesus em seus
corações, pois este é o verdadeiro presente
que o "aniversariante" quer receber. É
um propício momento evangelístico, quando encontramos
pessoas com o coração aberto para ouvir de Jesus.
7 - Entender que a maioria dos crentes não visualiza a situação
do Natal, preferindo viver segundo seus sentimentos e tradições.
8 - Não confundir Passagem do Ano com Natal. Não é
errado desejar feliz Ano Novo para alguém, mas, sim, Feliz
Natal. Podemos usar algumas expressões. Ex.: - Que Jesus
nasça no seu coração (ou na sua vida)!
"
E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela
renovação da vossa mente, para que experimenteis qual
seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus."
(Romanos 12:2)
Este
estudo foi retirado da website Nova Jerusalém.
(
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